segunda-feira, 21 de abril de 2008

Impressões McLanche Feliz...




  • Piaf - Um hino ao amor é um filme chato com uma bela e excelente atriz fazendo uma personagem estranha, um monster francês musical. Geralmente eu não acho boas as cinebiografias; tá, eu não lembro de muitas. Só sei que achei Ray um filme fraco com um excelente interprete que literalmente revive o personagem principal, o que obviamente mereceu um oscar. Piaf é a mesmissima coisa: a Marion Cotillard está incrivel no papel, conseguiu fazer o mesmo que a Charlize Theron em Monster, virou outra pessoa totalmente diferente provando que não era só a minazinha do cara do Taxi[é, eu conheci a atriz nesse filme, sorry.] Ah, não vi o filme todo ainda, porque realmente não tive saco. Espero terminar de ver essa semana portanto não haverá surpresa se eu vir com elogios a película[modo chique de dizer filme? Oo]

  • Tô lendo Eu, Robô do Isaac Asimov e entendo o porque de incensarem tanto o cara. Realmente leva a outro nível o que hoje em dia chama de Sci-fi ou simplesmente ficção cientifica, que eu nunca sei se é legal ou não porque as vezes acho que sou tradicionalista com essas coisas futuristicas já que prefiro os 3 primeiros Guerra nas estrelas dos anos 70 e 80 e a primeira série de Jornada nas Estrelas[Star Trek]. A questão em Eu, Robô é algo bem próximo a abordagem feita pelos caras de Matrix em animatrix, quando a gente entende um pouco como começou toda a história da guerra e bla,bla,bla. Asimov vai nos revelando detalhes, histórias aparentemente comuns que no fundo nos dizem muito sobre os seres-humanos através das máquinas que a priori são feitas para ser copias ilimitadas e subservientes de nós mesmos, ou melhor: escravos eletrônicos. É genial quando vemos um robo que é programado para liderar os outros e passa a questionar sua propria existencia como robo e cria um religião propria, da qual é o principal profeta e com uma postura altamente cega perante a realidade que lhe é apresentada pelos humanos responsaveis por sua avaliação. O que também me faz entrar numa nóia de pensar até que ponto tudo o que sei sobre mim e sobre as coisas é realmente pautado em coisas concretas e até que ponto as coisas são concretas e assim vai... Falando nisso, preciso juntar grana pra ir no sebo dia desses e garimpar esses clássicos a preços ridículos[aleluia que o povo não saiba por preço nas coisas!] que de ridiculos não tem nada, já que o preço justo de livros não deveria passar de 30 reais; além do preço eu adoro o valor que tem um livro de 40 ou 30 anos atrás quase novo, é tão especial, faz aquilo ser único de algum modo. Pergunto: quem aí tem uma edição do Eu, robô praticamente nova do ano de 1969 ou uma do laranja mecânica esbagaçada de 1972?

2 comentários:

Bele K. disse...

Eu comentei lá embaixo...lindo, lindo...queria que fosse meu...queria ter escrito assim.Sobre eu, robô o que eu tenho a dizer é simples: o livro bomba e o filme foi o primeiro da minha vida em que dormi uma sessão inteira.;}

Nina. disse...

pare com críticas de cinema, por favor!!!obrigada.(haha.)

Licença Creative Commons
O trabalho O Vazio Cego do Medo da Luz do Lado Escuro de Túlio D'El-Rey Almeida foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em ovaziocego.blogspot.com.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença em http://ovaziocego.blogspot.com.