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"São tormentos da madrugada, do sono que não vem, do desespero estranho que não se vai com os litros de suor que o corpo expurga. Queria ela comigo aqui, a queria dentro de mim, impregnada com um perfume incrível que jamais vou deixar de lembrar...
Outra vez a mesma história da solidão devoradora e destruidora de mentes e lares, o medo de quebrar o silêncio como uma criança desajeitada faria a uma taça de cristal, não posso.
Mas o violão quer me chamar para servir de consolo: vamos fazer outra canção daquelas pra por o diabo pra fora...
E eu recuso com os olhos lacrimejando porque respeito muito os sonhos que se fazem ao meu redor, nas outras cucas que se tranqüilizam sobre travesseiros macios enquanto eu, inútil, converso com o computador, pra não ter de abrir a boca e dialogar em voz alta comigo mesmo, a fim de não destruir o silêncio que a tantos conforta e a mim aparece como mera interrogação."
tuiu

Um comentário:
dê fudêby Herpes
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