"Do eu, escrevo para amenizar a dor dos meus membros superiores."
"Meu impeto assassino quer te matar de amor; meu impeto assassino canibal quer morder teus lábios..."
A ultima que morre.
Havia uma fotografia na parede suja.
A aura de um homem morto.
Benjamin...
A viuva olhava pedindo um beijo.
Lambia a poeira da moldura sem sentir-se acanhada.
Benjamin...
Aquela aura do homem da foto morto permanecia; não morreria nunca.
Benjamin era imoiral enquanto ela pedisse beijos à imagem na parede suja.
A viuva viveria enquanto houvessem homens; chamava-se esperança.
25/05/07
Pombos
A penumbra abrindo-se na curva do meu pensamento ludico de poeta parnasiano morto no vazio.
Minha fatalidade é escrever da fonte; abrir-se em mar, fazer minha sorte sob a ventura da ilusão, ter um toque quente; um beijo morno ; os cortes das mordidas e as lambidas das feridas ansiando por viver.
Bem! Estamos vivos!
Em plena guerra de egos e homens no carnaval que não respiram mais...
Que não respiram mais...
E não respiram.
25/05/07

3 comentários:
guto
=~
=*
saudade!
ei ei
tô em ssa!
guto
teve uma palestra que só lembei de vc lá, vc ia amar...
rs!
quero te ver, isso é ugente viu?
o apaixondo mais lindo do mundo...
o casal mais lindo do mundo, rs!
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