Após ler isso: desisto.
Desaprendi as entrelinhas que me faziam achar que sabia alguma coisa de alguma coisa que outrora podia ser arte, ou coisa alguma.
Tento encontrar entre as teorias e o peso da matemática que explica os verbos, os versos e as pessoas, algum quinhão que explicite algo além dos números, algo além daquilo que não está escrito, mas estampado.
Antigamente era grito brotando de estampido, e explodia!
Antigamente nem era preciso parar para respirar um pouco, transpiração ebulia com força pra derrubar moinho de vento.
Antigamente era outra pessoa anunciando: “pode ser que amanhã faça sol...”
Lembranças servem de motriz para mover moinhos de vento, podem pensar alguns, mas é tudo simulacro, pr'outros: invenção.
E cá com meus botões, porque tanta recusa às drogas sintéticas se elas fazem tudo funcionar como deveria ou emulam tal sensação?
Talvez seja coisa que o tempo dá, rouba dum lado certa vontade e doutro oferece a solução. Assim seja, pois acredito.
E pensar que começou com a desistência...
“Você deve desistir, Oswaldo.”
Se eu disser que desistir já me levou ao sucesso, acreditarão em mim?
Mas foi... E guardo proutro dia, proutra história ou inútil verborragia.
Isso é feito preu viver, entende?
Se não for eu morro.
E pra morte não há socorro nem solução...
A não ser que consume contrato co' Capiroto. Viu ele por aí?
tuiu

Um comentário:
como estampar a verborragia que teu texto causou...? estou aqui tentando estancar meus desanimos... gostei, viu? muito bom mesmo...!
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